O avanço ocorre em meio ao período de chuvas e calor, condições que favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das três doenças. Ao todo, o estado contabiliza 26.471 casos prováveis de dengue, com 8.144 confirmações e seis mortes registradas até o momento, além de 14 óbitos ainda em investigação.
No caso da chikungunya, foram notificados 4.048 casos prováveis, dos quais 2.306 foram confirmados, com uma morte confirmada e outra em investigação. Já o vírus zika apresenta menor incidência, com 19 casos prováveis e três confirmações, sem registro de óbitos até agora.
As três doenças apresentam sintomas semelhantes, como febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de cansaço intenso.
Em alguns casos, podem ocorrer manchas na pele, náuseas, vômitos e até sangramentos. Autoridades de saúde alertam que, ao surgirem os primeiros sinais, a população deve procurar atendimento médico imediato para evitar agravamentos.
A prevenção segue como principal forma de combate. Medidas simples, como eliminar água parada, manter caixas-d’água e lixeiras fechadas, limpar calhas e evitar acúmulo de água em recipientes, são essenciais para reduzir os focos do mosquito.
O controle, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, depende da ação conjunta entre poder público e população.








