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Sistema de pagamentos do Brics: especialistas comentam possíveis mecanismos, funcionalidades e prazos de implementação

Saiba quando ele pode surgir e quais benefícios traria para os países do grupo

Redação
Ultima atualização: 2026/04/02 at 3:58 PM
Por Redação
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Bandeiras de parte dos países que compõem o Brics
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O Brics está avançando de forma consistente em direção à criação de um sistema de pagamentos independente e, possivelmente, até de uma nova unidade para liquidações mútuas. Como pode ser essa nova infraestrutura financeira do grupo? As previsões de especialistas você confere neste material da TV Brics.

+ Conteúdos
Moeda única do Brics: prós e contrasInfraestrutura de pagamentosCentro emissorTaxa da unidade de contaCenários de desenvolvimento

Moeda única do Brics: prós e contras

Em dezembro de 2025, ao ser questionado por jornalistas indianos sobre a perspectiva de criação de uma moeda única do Brics ou de mecanismos alternativos de pagamentos usando moedas nacionais, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, destacou que, nesses casos, não se deve agir com pressa, para “não cometer erros graves”.

De fato, a criação de uma unidade de pagamento comum ou de um mecanismo de liquidações em moedas nacionais exige soluções bem pensadas. Os países do grupo estão espalhados por diferentes continentes, os níveis sociais e a inflação variam significativamente. Para criar uma unidade comum ou um mecanismo de pagamentos, todos esses fatores precisam ser harmonizados.

No entanto, já existem fundamentos para alguma forma de integração monetária dentro do Brics — seja uma unidade de conta comum, seja um novo mecanismo de pagamentos. Por exemplo, as transações comerciais entre Rússia e China em moedas nacionais já ultrapassam 80%. No total, o comércio entre os países do BRICS superou US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,27 trilhões).

Há outros fatores que reforçam a necessidade de um sistema de pagamentos unificado no futuro. O aumento da demanda por energia e recursos naturais pelos países em desenvolvimento, que tende a elevar ainda mais o comércio entre os países do Brics, é um deles. A iniciativa de criação de uma bolsa de grãos do Brics também evidencia a necessidade de uma infraestrutura de liquidações prática e transparente. Segundo previsões, a bolsa consolidará 30–40% da oferta mundial de culturas agrícolas chave e, com o tempo, poderá se tornar uma bolsa de commodities completa, negociando não apenas grãos, mas também energia e outros produtos. Esses e outros fatores, inclusive geopolíticos, indicam, segundo especialistas, a possibilidade real do surgimento de novas moedas supranacionais.

Infraestrutura de pagamentos

Em 2023, o debate sobre uma moeda comum já havia começado. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu uma alternativa ao dólar no comércio internacional, o que na prática, seria a criação de uma moeda única para pagamentos. Ele afirmou: “Por que não tentamos criar algo novo? Quem decidiu que, após o abandono do padrão-ouro, a moeda de referência deveria ser o dólar e não o yuan, o real ou o peso?”

No entanto, já em outubro de 2024, Lula afirmou que propõe aos países do Brics discutir a criação de um sistema financeiro unificado, e não a substituição das moedas nacionais. Ou seja, atualmente fala-se mais em criar uma infraestrutura de pagamentos dentro do Brics do que uma nova moeda propriamente dita.

Em fevereiro de 2026, em Nova Délhi, durante a primeira reunião de sherpas e sous-sherpas dos países do Brics no âmbito da presidência indiana no grupo, o chefe da delegação russa, vice-ministro das Relações Exteriores Serguei Riabkov, enfatizou a demanda pela criação de uma infraestrutura transfronteiriça de pagamentos, liquidações, depósitos e resseguros do Brics, o que pode ocorrer em um futuro próximo.

“Especialistas consideram possível a criação ainda em 2026 de um sistema de pagamentos ou de um mecanismo de compensação digital baseado em moedas nacionais, mas não de uma moeda completa”, afirma Anatoli Otirba, professor da Academia de Questões Geopolíticas e especialista em política global.

Enquanto isso, nas declarações oficiais, o foco costuma estar na interoperabilidade, em plataformas de pagamento e no uso de moedas nacionais, e não propriamente na criação de uma moeda única. Ainda assim, segundo especialistas, essa possibilidade não está descartada no futuro.

“A plataforma prevê a criação de um mecanismo único de pagamentos. Por exemplo, uma unidade de conta […], que garantiria a segurança das transações entre os países do Brics e com terceiros, protegendo-as de ações dos principais beneficiários do atual sistema financeiro internacional. Essa unidade poderia existir no formato de uma moeda de compensação [clearing] ou digital”, explicou, em entrevista à TV Brics, Mikhail Khachaturian, professor associado do Departamento de Desenvolvimento Estratégico e Inovação da Universidade Financeira do Governo da Rússia.

Centro emissor

No entanto, caso seja criado um mecanismo único de pagamentos com uma nova unidade de conta, os países do Brics terão de resolver uma questão central: qual instituição desempenhará o papel de um banco central. Isso porque qualquer moeda comum exige um órgão responsável pela estabilidade e pela política monetária, algo que o Brics ainda não possui.

Há alguns anos, especialistas apontavam que o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) poderia assumir essa função.

Em 2023, Evandro Caciano dos Santos, então diretor de operações da instituição financeira brasileira Trace Finance, sugeriu que o NBD poderia se tornar o emissor de uma moeda digital única do Brics. Segundo ele, o processo poderia ser implementado de forma gradual, ao longo de cinco a dez anos.

Para isso, porém, o banco precisaria ampliar seu portfólio de investimentos, que serviria como base de garantia para essa moeda. Apenas em uma etapa posterior ela poderia ser utilizada em transações comerciais, explicou Caciano.

Vale destacar que, até 2026, o volume de empréstimos aprovados pelo NBD já ultrapassou US$ 42,9 bilhões (cerca de R$ 226 bilhões). O banco também vem ampliando continuamente as operações em moedas nacionais, com a estratégia para 2022–2026 prevendo que essas transações representem pelo menos 30% do total.

Taxa da unidade de conta

Outro desafio para o grupo, caso surja uma nova unidade de pagamentos, será definir sua taxa de câmbio em relação a outras moedas. Nesse ponto, especialistas apontam diferentes possibilidades.

“A taxa dessa unidade poderia, em teoria, ser calculada com base em uma cesta de moedas nacionais, levando em conta a participação de cada país no PIB e no comércio, ou ainda incluir um componente ligado a commodities. Mas o fator-chave será a confiança nas regras de emissão e governança”, explica Liliia Aleeva, especialista em economia digital e doutora em economia.

O professor Mikhail Khachaturian também propõe o cálculo com base em uma cesta de moedas nacionais dos países do Brics+, formada a partir de “taxas cruzadas em relação às moedas nacionais mais estáveis, como o yuan, o rublo e o real brasileiro, ou ainda a partir de taxas cruzadas das moedas nacionais do Brics+ em relação ao ouro”.

A possibilidade de vincular a taxa dessa unidade de pagamento ao ouro nas fases iniciais também é mencionada por outros especialistas. Com o tempo, porém, após amplo reconhecimento, a moeda do Brics poderia se tornar, por si só, uma referência de valor, já que seria lastreada em ativos reais. Essa é a avaliação do professor Otirba, que, junto à comunidade científica, propõe uma solução prática em nível empresarial. Trata-se da criação de uma unidade monetária universal supranacional. Segundo ele, sua implementação nem sequer exigiria um centro emissor.

“A principal característica dessa unidade que propomos é que ela não seria emitida por um único centro, mas por um sistema descentralizado [em rede] de emissores, isto é, entidades econômicas de diferentes países, reunidas em uma Associação Internacional de Emissores, que emitiriam a moeda proporcionalmente ao volume de ativos dados em garantia, cujo valor total seria avaliado e reconhecido pela maioria dos membros da associação [50% + 1 voto]”, afirmou Anatoli Otirba em entrevista exclusiva à TV Brics.

Como vantagem desse modelo, o especialista destaca sua neutralidade política, ao contrário do dólar, e a ausência de controle por parte de qualquer ator específico.

Cenários de desenvolvimento

A implementação de uma ideia desse tipo poderia representar um avanço significativo na economia, fortalecendo as moedas e as economias dos países do Brics. Ainda assim, especialistas também consideram outros cenários possíveis ou intermediários. Entre eles estão a criação de uma unidade de conta apenas para o comércio exterior, o desenvolvimento de instrumentos digitais para pagamentos transfronteiriços entre bancos centrais ou simplesmente a ampliação do uso de moedas digitais nacionais.

Como medida de transição, os países do Brics poderiam recorrer à experiência soviética de um sistema monetário de dois circuitos, no qual uma moeda seria usada para operações externas e outra para o mercado interno, como o chamado “rublo transferível”, “yuan transferível” ou “rupia transferível”.

Outro cenário considerado provável é a criação de um centro de compensação no âmbito do Novo Banco de Desenvolvimento, que atuaria, na prática, como comprador e vendedor em cada transação, assumindo o papel de intermediário e absorvendo os riscos das operações.

Apesar das diferentes visões, há consenso entre os especialistas de que resultados concretos podem surgir nos próximos três a cinco anos.

“O processo de criação de uma plataforma única de pagamentos e de uma unidade de liquidação dificilmente será muito demorado. Apesar da complexidade da harmonização das legislações financeira, cambial e bancária, a regulação das normas para pagamentos internacionais pode levar até três anos. Isso significa que, por volta de 2029–2030, essa plataforma provavelmente poderá estar em funcionamento”, afirma Khachaturian.

A criação de um sistema de pagamentos unificado no Brics pode simplificar significativamente as liquidações em moedas nacionais e estimular o crescimento do comércio entre os países. Segundo estimativas, isso pode levar a um aumento anual de 8% a 10% no comércio intra-Brics+, além de gerar um crescimento adicional de 2% a 3% no PIB dos países participantes. Mais do que isso, o surgimento dessa plataforma pode consolidar o BRICS como um importante polo de poder econômico global.

Fonte: Brasil de Fato

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